Já se sente a brisa, fresca, pela manhã
E os dias mais nublados pela incerteza
As folhas, caídas, despindo a natureza
Num sol, que nasce, atrás da montanha
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Até nas noites, que crescem tão frias
Despertam o aconchego duma lareira
No silêncio duma ou de outra barreira
Sentem-se mais curtos, os nossos dias
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Caiem as folhas das árvores, matizadas
Uma das belezas que o Outono nos traz
E em cada passo se sentem quebradiças
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Ramos humedecidos pelas madrugadas
O calor, das tardes curtas, que se desfaz
Sobre arvoredos e paisagens que avistas
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Cidália Ferreira

ah, verdade, temos estações diferentes. aqui é primavera, mas chove tanto, e derrubaram tantos parques, árvores, que há poucas flores e poucas resistem as tempestades. beijos, pedrita
ResponderEliminarBoa tarde Cidália,
ResponderEliminarBelo soneto que caracteriza de forma magnífica o outono, que resolveu, enfim, dar mostras do seu encanto, nos dias mais curtos e frios.
Beijinhos e feliz fim de semana.
Emília