11 de março de 2024

Soltam-se os ventos...

Soltam-se os ventos frios, molhados
Soltam-se os sonhos de uma vida
Sentem-se os murmúrios do vento
Desejos que um dia havia sentido
Através de sentimentos embargados
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O vento sopra fortemente em zumbido
Parece a revolta que a natureza exultou
O frio, deixa mossa nos pensamentos
Deixa a tristeza tomar conta da emoção
Que impede, que o coração seja ouvido
.
Soltam-se os ventos de mares e marés
Como se fossem mensagens para guardar
E fazer deles, aprendizagens do revés.
Cidália Ferreira.

Com o meu Marido está tudo a correr bem. Já come de tudo. O paladar ainda não está no ponto certo mas com o tempo tudo dará certo! 🍀

29 de fevereiro de 2024

SINTO FALTA DO MEU SILÊNCIO...

Sinto falta do meu silêncio, da minha energia, da minha vontade para tantas coisas. Sinto falta da liberdade do meu olhar, do meu respirar, até do meu viver através das palavras... Sinto, porque o que sinto é tão poderoso que tenho medo de um dia não poder voltar...Sinto a vossa falta, talvez como, devem sentir a minha!

Cidália Ferreira.
As coisas com o marido estão melhores, graças a Deus, mas eu tenho um "carrego gigante às minhas costas" que está a ser difícil.  🤍

20 de fevereiro de 2024

||🤍30 Anos|| Recordar é viver...

Querida Mãe; hoje, se fosses viva, farias 84 Anos. Deixastes-nos há 30 anos, ainda muito jovem, com tanto para viver e “aprender”, com os teus netos. Recordar-te-ei sempre pelos momentos mais bonitos e positivos, tal como, pelos bons ensinamentos que deixaste. É sempre muito bom falar de ti. Do que foste. Do que passaste. Do quão guerreira eras. Continuas a ser a minha maior inspiração. 

Todos os dias da minha vida, serás lembrada, por todos os motivos e mais alguns. 🙏 Sei que estás em Paz. Peço-te que nos protejas...

Desta tua Filha: Cidália Ferreira.🤍🌹

9 de fevereiro de 2024

Eu queria ser...

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Eu queria ser forte o suficiente para mudar
Queria passar as tempestades, e sair a sorrir
Queria ter coragem de não baixar os braços
Queria, ser corajosa, para de mim me cuidar
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Queria ver passar o tempo com a sobriedade
Ter consciência do peso que carrego na alma
Deixar entrar a leveza para me tranquilizar
Por isso, prezo sempre, pela minha lealdade
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Quando em horas vagas me sentir mais frágil
E mesmo que o tempo não chegue para tudo
Há sempre um toque suave, vindo de alguém
Que me desafia, e me deixa, muito mais ágil.
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Cidália Ferreira.

2 de fevereiro de 2024

Os olhares aventureiros aquecem o coração

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O sol rompe, iluminando árvores despidas
Sacudidas pelos ventos outrora, do outono
Deixou-as em sobrevivência, desprotegidas
Resistindo ao tempo, que parece abandono
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Veem-se adornos de musgo, no frio que faz
Os fetos enaltecem os olhares aventureiros
São resistentes, teimosos, mas que satisfaz
Os tempos de nudez, dos amantes trilheiros
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Os olhares aventureiros aquecem o coração
Ao contemplar, o que parece simples, assim
É preciso desvendar a natureza com emoção
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O frio vento de outono pertencem ao passado
Mas, existem sentimentos em qualquer jardim
Que aquecem a alma, de quem se sente amado
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Cidália Ferreira