Numa estrada longa de beleza, abrilhantada
Onde os verdejantes arvoredos tão dançantes
Floridas sorridentes quais flores apaixonadas
Rolando pelo chão como os amados amantes
O silêncio dos arvoredos sentem-se agrestes
Os passos de quem procura amar a natureza
O encanto, as fragrâncias e flores silvestres
Que nos entram no coração pela sua beleza
Não existirá vento que destrua a felicidade
Enquanto desta aragem se respira afinidade
Levando-me pelos caminhos mais discretos
Nesta estrada longa, onde caminho, enfrento
Uma solidão onde as árvores são meu alento
A minha força, para tornar meus dias seletos
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Cidália Ferreira




