Vivemos amedrontados pela natureza
Pelos ruídos que nos invadem a alma
Os ventos sopram furiosos com clareza
Deixando-nos ansiosos... e sem calma
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As estradas transformadas na corrente
Os rios transbordados pela intempérie
Desespero de quem tanto sofre e sente
Das tormentas que chegaram em série
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Ninguém segura as fortes ventanias
Nem com promessas nem as orações
O medo já permanece há muitos dias
Haja coragem pois tudo isto são lições
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Ninguém está livre de tais tormentos
Ninguém merece perder os seus bens
E num cenário onde faltam alimentos
A solidariedade mostrada por imagens
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Cidália Ferreira
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Um poema sentido e atemorizante, que transmite a força destruidora da natureza e a coragem humana que persiste. Mantém uma cadência sincera e oferece uma mensagem de solidariedade e resiliência.
ResponderEliminarA chegar ao consulado português em Düsseldorf para cumprir o meu dever cívico como cidadã portuguesa, envio-lhe um abraço democrático.
El miedo nos frena a la hora de actuar, aun habiendo situaciones que no pueden esperar. Hay que hacer acciones para que los desastres naturales sean menos dañinos para la población. Un fuerte abrazo.
ResponderEliminarQuerida Cidália, vim agradecer sua visita ao Filosofando, assim como você as vezes fico desmotivada a blogar mas voltei. Um incentiva o outro. Linda poesia Como sempre você escreve com coerência poética! Parabéns! Amiga lancei no meu blog uns selinhos, seu blogger merece, se gostar pegue os seus. Abraços
ResponderEliminarDá vontade de dar uns tapas nesses dirigentes que viram as costas para o que o clima tem feito em represália. É uma lástima que o prejuízo seja nosso se quem recebe para cuidar dessas coisas i são eles.
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