
Obrigada. Uma palavra que parece banal
E cada vez mais ausente de muitas bocas
Ouvem-se palavras, mas as cabeças ocas
Não são capazes, de distinguir esse
final
*
Obrigada. Palavra que devemos
proferir
A cada gesto oferecido mas sem
interesse
Se a cada um, o nosso gesto se
oferecesse
Tudo seria mágico, como os rostos a
sorrir
*
Obrigada a todos, que me estendem a
mão
Que me fazem crescer e acreditam em mim
São as flores, e os espinhos do meu
jardim
A quem eu devo, a minha cândida gratidão
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Cidália Ferreira.

