30 de agosto de 2022

Vestida de emoções, sem preconceito

*****

Vestida de energia respiro a maresia
Piso o areal encharcado de emoções
Sinto na bravura das ondas, energia
Que meu eu precisa, mas sem ilusões
.
De olhar enternecido no pensamento
A paz que procuro nos grãos da vida
São pedacinhos que fazem o alimento
Energia, que a minha alma não olvida
.
Ouço o barulho das ondas... respeito
E toda a sua força fortalece meu ser
Deixando-me, por instantes, sem jeito
.
Vestida de emoções, sem preconceito
Vagueio, deixo as pegadas sem querer
Mas de coração cheio, isso não rejeito!

*****

Cidália Ferreira

28 de agosto de 2022

Voltei, voltei...

Voltei voltei, voltei de lá....Lol. Minhas amigas e amigos. Confesso que já tinha saudades. Na casa onde estávamos tinha internet, mas era tão fraca que era difícil. Depois, como fomos com a Filha, Genro e netos, ocupei-me mais com eles, ajudei com a mais velha que necessita de todos, e no resto. Fizemos pouca praia, mas andámos muito. Não obstante, a Bruna não gosta de confusões, tem algumas limitações e as birras foram algumas, faz parte. O tempo, para mim, estava bom, (ameno). Já passou, correu tudo bem. Para o ano se verá se há mais. Agora vamos trabalhar... Lol . Vou começar a semana com os netos (3), para terminar o mês em “grande”.

Deixo um bocadinho da Nazaré. 

Cidália Ferreira.

21 de agosto de 2022

Vou ali e venho já...


Informo todos os meus amigos, blogueiros e outros, que, o COISAS, se encontra a desfrutar de  umas curtas, mas merecidas férias. Uma semana. Se puder darei notícias, mas está fora de questão visitar-vos, porque vou com o Marido, Filha, Genro e netos.

"Neste mundo tão cruel, onde nada nem ninguém está seguro, resta-me deixar flores. Reguemo-las... para que a amizade se mantenha espalhada pelos quatro cantos do mundo." Dias felizes para todos vós.

Desta vossa amiga; Cidália Ferreira

20 de agosto de 2022

A vida, é como uma janela aberta ...

*****

A vida, é como uma janela aberta
Mas quando o vento é forte, fecha-se
Quando o ar não circula, invista-se
Quando luz de apaga, fecha-se os olhos
Num misto de emoções em dose incerta
*
A vida, é apenas um instante, que passa
É o balsamo, por vezes agre, que alimenta
É a correria sem tempo, que se inventa
O mais certo de todas as emoções
Mas é o mais certo de uma vida escassa
*
A vida, são os sonhos em simples desatino
Numa correria, por vezes, sem olhar a meios
É sempre responsável de todos os anseios
Nem sempre se consegue ter o brilho do sol
Mas se a janela fechar, fica distante o destino.
*****
Cidália Ferreira

17 de agosto de 2022

Gritos desmedidos, de gente, em aflição

******

São noites e dias seguidos, sem parança
Gritos desmedidos, de gente, em aflição
Vidas suadas, lutas perdidas, e desilusão
De quem vê na sua fé total desesperança
*
A luta de quem tenta soltar as suas dores
Desespero, de que a fuga não tenha saída
Destruição sem limites de toda uma vida
E a maldição dos fogos tão devastadores
*
O cansaço de quem nada mais pode fazer
Olhos tristes que escondem a dor da alma
Gritos descontrolados de quem se desalma
É uma luta que não se consegue descrever
*
Triste realidade, num sentimento profundo
Num apelo solta-se o grito de solidariedade
É preciso vestir a pele de outra humanidade
Duma desgraça que deixa o povo moribundo
******
Cidália Ferreira