Vivemos amedrontados pela natureza
Pelos ruídos que nos invadem a alma
Os ventos sopram furiosos com clareza
Deixando-nos ansiosos... e sem calma
.
As estradas transformadas na corrente
Os rios transbordados pela intempérie
Desespero de quem tanto sofre e sente
Das tormentas que chegaram em série
.
Ninguém segura as fortes ventanias
Nem com promessas nem as orações
O medo já permanece há muitos dias
Haja coragem pois tudo isto são lições
.
Ninguém está livre de tais tormentos
Ninguém merece perder os seus bens
E num cenário onde faltam alimentos
A solidariedade mostrada por imagens
~~~~~~
Cidália Ferreira
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Um poema sentido e atemorizante, que transmite a força destruidora da natureza e a coragem humana que persiste. Mantém uma cadência sincera e oferece uma mensagem de solidariedade e resiliência.
ResponderEliminarA chegar ao consulado português em Düsseldorf para cumprir o meu dever cívico como cidadã portuguesa, envio-lhe um abraço democrático.
El miedo nos frena a la hora de actuar, aun habiendo situaciones que no pueden esperar. Hay que hacer acciones para que los desastres naturales sean menos dañinos para la población. Un fuerte abrazo.
ResponderEliminarQuerida Cidália, vim agradecer sua visita ao Filosofando, assim como você as vezes fico desmotivada a blogar mas voltei. Um incentiva o outro. Linda poesia Como sempre você escreve com coerência poética! Parabéns! Amiga lancei no meu blog uns selinhos, seu blogger merece, se gostar pegue os seus. Abraços
ResponderEliminarDá vontade de dar uns tapas nesses dirigentes que viram as costas para o que o clima tem feito em represália. É uma lástima que o prejuízo seja nosso se quem recebe para cuidar dessas coisas i são eles.
ResponderEliminarUma situação muito desoladora. Bem descrita neste poema.
ResponderEliminarA natureza em fúria amiga, só nos resta esperar a consciente solidariedade.
ResponderEliminarEm meio a um processo de eleição, um tormento com as intempéries.
Um povo que venceu um sistema opressor, vai sair bem desta tragedia.
Bjs e feliz semana amiga.
Gostei
ResponderEliminarBoa semana
Beijinho e tudo a correr pelo melhor
Nestes momentos é que vemos o melhor das pessoas, do ser humano.
ResponderEliminarBeijos, boa semana
Que pare ya toda esta tragedia!!!
ResponderEliminarAndou D Dinis a plantar o pinhal de Leiria, justamente para cortar os ventos! Todas as zonas costeiras tinham pinhais para este efeito.
ResponderEliminarAgora andam a destruir os pinhais costeiros para os torres eólicas e painéis solares, e dá nisto!
Enfim é cada iluminado que nos sai!
Bjs
Estes são dias muito difíceis em Espanha e Portugal devido à força devastadora da natureza.
ResponderEliminarUm abraço para ti.
Sem dúvida que, sobre Portugal, se abateu forte tragédia. E, infelizmente, pare que as malditas depressões ainda continuam a chegar e a destruir os bens das pessoas.
ResponderEliminarBelo poema a não deixar esquecer a tragédia que está a levar as pessoas ao limite da compreensão e da preocupação
O meu elogio e aplauso ao teu poema
Beijinho
É verdade Cidália! O país está a viver um sufoco e toda a ajuda é bem vinda! Dias melhores virão e um novo aprendizado para um mundo em mudança! Bj
ResponderEliminardestruímos a natureza e a conta está chegando. beijos, pedrita
ResponderEliminarInfelizmente isto vai acontecer muitas mais vezes :(
ResponderEliminarTudo a correr bem por aí
Cláudia - eutambemtenhoumblog
A Natureza a reagir ao mal que lhe temos feito. Que comece a fazer bom tempo rapidamente.
ResponderEliminarUma boa semana.
Um beijo.
Olá, amiga Cidália.
ResponderEliminarA natureza responde sempre ao mal que a mão humana lhe faz.
Infelizmente para nós, não teve piedade...
Gostei muito deste poema, estimada amiga.
Deixo os votos de uma feliz semana, com tudo de bom.
Beijinhos, com carinho e amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Un bonito poema en que nos describes eso que estamos pasando Portugal, Marruecos y España. En la zona en la que vivo la situación no es tan grave aunque los campos ya no admiten mucho mas agua y los ríos van crecidos no peligran ni viviendas ni la vida de las personas. Hablando de vidas por suerte no son muchas si no tengo mal recuerdo creo que una mujer que se lanzo al río a salvar su perro que el si se salvo solo y un conductor de una quita nieves.
ResponderEliminarLa bodega de Vila Nova de Gaia si que es una de las que elaboran el famoso vino de Oporto, las cuales están en esa otra ciudad situada como un espejo en la margen sur del Duero.
Saludos.
Ao longo dos tempos, o homem tem desrespeitado a natureza e meio ambiente e cada vez mais, se começam a sentir os efeitos desses atos. A natureza começa a sentir-se e a manifestar-se, podendo ser por vezes impiedosa. Dói o coração ver tanta destruição causada pelas sucessivas tempestades que têm surgido.
ResponderEliminarProfundo e sentido poema.
Beijinhos
This is so powerful and evocative. 🌪️💛 Your words capture the raw force of nature and the deep anxiety it can bring — from furious winds to overflowing rivers, the imagery is vivid and palpable. I love how you convey both the external chaos and the inner emotional storm it stirs. Truly moving and hauntingly real. 🌧️✨
ResponderEliminarUm poema com imensa razão e oxalá que que nas ajudas de bens não entrem os penetras!
ResponderEliminarUm abraço sincero!
Sabe Cidália, eu também acho que isto que está acontecer são tudo lições!
ResponderEliminarTenha uma boa semana!
Querida Cidália, faz tempo que estou longe dos blogs por motivos alheios a minha vontade, mas aos poucos voltando!
ResponderEliminarMeu marido faleceu, o meu eterno amor, eternamente em minha Vida, faz parte e vou seguindo!
Que triste ver essas tragédias na natureza, seus versos dizem tudo, aqui em São Paulo também anda chovendo muito, desejo que fique bem, abraços apertados amiga de longa data que amo, mesmo sem nos conhecermos pessoalmente!
Beautiful blog
ResponderEliminarPlease read my post
ResponderEliminarCidália, o teu poema condiz perfeitamente com o momento que estamos a viver aqui: o vento é forte e não acalma. Ainda bem que os teus versos me deram asas de PAZ pela sua beleza.
ResponderEliminarBeijinhos
O seu texto poético refere e bem todo o drama provocado pelas intempéries, em que ninguém tem mão na natureza.
ResponderEliminarMas, e no verão, em que ninguém tem mão nos incendiários.
Há muita matéria sobre a qual refletir.
Resto de boa semana.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Querida Cidália, outro dia recebi um vídeo, mostrando um rio a desculpar-se pelo mal causado, mas onde diz " eu só quero passar " . Sim, ele tem razão, não o deixamos passar, colocando diques, construindo bem junto dele, acabando com as árvores, queimadas por mãos criminosas. A natureza ensina, mas o ser humano não aprende. Espero que por aí esteja tudo bem, Amiga.
ResponderEliminarUm beijinho e parabéns pelo poema
Emília 🌻 🌻
Seu poema nos convida a refletir, aqui no Rio as chuvas repetem, as tragédias também mas nada muda além de novos rostos entristecidos. https://blogmingdolls.blogspot.com/
ResponderEliminarUma excelente Reflexão Poética, a despertar e avivar a enormidade da Catástrofe que nos abalou.
ResponderEliminarBeijo,
SOL da Esteva